“A felicidade é um
problema individual. Aqui, nenhum conselho é válido.
Cada um deve procurar, por
si, tornar-se feliz.”
(Freud)
Quem não quer se sentir pleno e
realizado na vida pessoal, profissional e social que atire a primeira pedra. O
homem vive sua vida inteira em busca da “Felicidade”, palavra tão bonita e que
significa tantas coisas diferentes, que fica até difícil defini-la, mas vou
tentar neste artigo.
Perguntar o que é felicidade é
tão subjetivo quanto perguntar qual sua comida preferida. Existem momentos em
nossa vida em que gostamos de comida japonesa e depois de frequentarmos todos
os restaurantes que existem e de comermos comida japonesa por um bom tempo, de
repente comemos uma macarronada e percebemos que a felicidade existe de outras
formas. A felicidade não precisa ser exclusiva, muito menos limitada a certos
momentos ou ações.
Gosto de pensar na felicidade
como um dom adquirido. Ninguém nasce com a sensação de plenitude e de
realização, muito pelo contrário, as primeiras sensações que a mãe sente após o
parto é de um vazio imenso, assim como o nascimento é uma situação frustrante e
traumática para o bebê, que precisa se adaptar rapidamente ao novo mundo em que
se encontra.
A sensação de felicidade é experimentada
momentos depois, quando a mãe segura seu bebê no colo e é capaz de sentir o
amor em sua forma mais pura enquanto o amamenta, e o bebê pode experimentar sua
primeira sensação de prazer, saciando sua fome.
A felicidade é um sentimento que
deve ser experimentado e testado em toda nossa vida, desde o nascimento. E isso
garante uma liberdade de escolha maior do que imaginamos.
Outro ponto interessante, que eu
gosto de pensar sobre a felicidade é que esta é individual e intransferível.
Cada um a experimenta de uma forma e em momentos diferentes, ou seja, se você
tentar ser feliz usando a receita de uma outra pessoa, pode ser que não dê
certo.
Diante deste conceito, só é
possível ser feliz se você se conhece muito bem e entende seus sentimentos diante
de situações e pensamentos específicos.
O autoconhecimento pode ser a
chave para a busca da felicidade, mas não é o que a concretiza. Depois que você
se conhece muito bem e sabe o que lhe traz esse sentimento, deve haver a ação.
Sem a ação, a felicidade vira uma utopia e passa a ser uma ideologia. Muitas
pessoas vivem uma vida inteira buscando a felicidade e não percebem que a
felicidade deve ser criada e não encontrada.
Ser feliz dá trabalho, muitas
vezes precisamos deixar para trás hábitos e experiências antigas para dar lugar
ao novo. Enquanto escolhermos o caminho mais fácil os resultados serão os mais
fáceis.
Portanto, se pensarmos que a
felicidade é um dom individual e adquirido através do autoconhecimento e principalmente
da ação, podemos dizer que a felicidade só acontece se houver mudança de
pensamento e atitude.
Como Albert Einstein já dizia:
“Não há maior demonstração de insanidade do que fazer a mesma coisa, da mesma
forma, dia após dia, e esperar resultados diferentes.” Esta força para a
mudança também é um aspecto individual, pois o mundo não muda sozinho.
A felicidade é uma escolha e por
isso, devemos saber qual o preço que queremos pagar por isso. Quando entendemos
os ganhos e as perdas desta mudanças podemos controlar e questionar as perdas e
então tornar esse processo menos doloroso.
O que você faz hoje para ser
feliz?
E não se esqueça que “O homem
enérgico e que é bem sucedido é o que consegue transformar em realidades as fantasias
do desejo.” (Freud)
Vanessa,
ResponderExcluirparabéns! gostei mto de tudo que escreveu... "a felicidade é um estado imaginário" e depende de cada um de nós para sermos felizes!
(:
Obrigada, Monica. Um super beijo.
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